11 de jul. de 2013

Oportunidades para Florianópolis e região














FLORIANÓPOLIS, a DP Empresarial está com muitas oportunidades para a região. Não perca tempo e confira as nossas vagas em destaque:

Almoxarife(1 vaga) – Cód 51067

Recepcionista (3 vagas) – Cód 51120

Vendedor (2 vagas) – Cód 49484 / 49481

Operador de Televendas (4 vagas) – Cód 50140

Técnico em Manutenção (4 vagas) – Cód 49633

Técnico em Refrigeração (1 vaga) – Cód 50153 

Auxiliar de Serviços Gerais (10 vagas) – Cód 50939

Vendedor Externo (1 vaga) - Cód 50988

Gerente de Loja (2 vagas) – Cód 50760

Auxiliar de produção (2 vagas) – Cód 50708

Currículos e mais informações para florianopolis@dpempresarial.com.br

Rua Felipe Schmidt, nº 249, Sala 609 - Edifício Centro Comercial ARS - Telefone 48 3024-3011

10 de jul. de 2013

Trabalho Temporário


O trabalho temporário é aquele prestado por pessoa física a uma empresa, para atender a necessidade transitória de substituição de seu pessoal regular e permanente ou a acréscimo extraordinário de serviços, e está regulamentado pela Lei nº 6.019, de 03 de janeiro de 1974 e pelo Decreto 73.841, de 13 de março de 1974. Ou seja, é uma forma legal do cidadão e empresas realizarem um acordo de trabalho. 

Com o final de ano chegando o comércio começa a se mobilizar para as vendas de Natal e Réveillon, e logo em seguida os artigos para veraneio. É nesta época que os lojistas precisam ampliar suas equipes, para dar conta da intensa movimentação que essas datas comemorativas causam no comércio em geral. Com isto, surgem boas oportunidades para quem está em busca de uma recolocação no mercado de trabalho ou mesmo iniciar uma carreira profissional através do conhecido Emprego Temporário.

O trabalho temporário é aquele prestado por pessoa física a uma empresa, para atender a necessidade transitória de substituição de seu pessoal regular e permanente ou a acréscimo extraordinário de serviços, e está regulamentado pela Lei nº 6.019, de 03 de janeiro de 1974 e pelo Decreto 73.841, de 13 de março de 1974. Ou seja, é uma forma legal do cidadão e empresas realizarem um acordo de trabalho. 

As necessidades de contratação de mão de obra temporária podem surgir para suprir um aumento de demanda de serviços, cobrir férias, ou licença de funcionários efetivos.

E o tempo de trabalho será de acordo com a necessidade de cada empresa, porém não ultrapassando de três meses, podendo ser prorrogado por igual período. Mesmo sendo temporário, é um emprego que exige que o trabalhador tenha sua carteira assinada, proporcionando direitos e deveres trabalhistas conforme a CLT (Consolidação das Leis do Trabalho). Em suma o trabalhador temporário tem os mesmo direitos que o efetivo. Ele terá direito a um salário equivalente, jornada de oito horas, recebimento de horas extras, adicional por trabalho noturno, repouso semanal remunerado, férias proporcionais, 13º salário e proteção previdenciária. As exceções são para aviso prévio e recebimento da multa de 40% sobre o FGTS.

A contratação de mão de obra temporária é realizada através da celebração de contrato onde serão especificado o período, horários e benefícios do empregado. Assim como seus deveres enquanto contratado. Normalmente essa contratação é executada por intermédio de Agências de Serviços Temporários, que também estão reguladas pela Lei nº 6.019. Retomando, o prazo desse acordo deve ser de até três meses, podendo ser prorrogado uma única vez por igual período, sendo necessário, por parte da empresa contratante, que seja feita uma requisição de autorização junto a Delegacia Regional do Trabalho, conforme Portaria 574 de 22 de novembro de 2007.

De acordo com a ASSERTTEM (Associação Brasileira das Empresas de Serviços Terceirizáveis e de Trabalho Temporário) há 25,5 mil vagas de trabalhos temporário para este final de ano, 5% a mais que em 2011. E parece que a tendência desse tipo contratação é aumentar para os próximos anos, visto o baixo custo que esta modalidade oferece aos empregadores. 

Fonte: Asserttem

4 de jul. de 2013

FLORIANÓPOLIS, a DP Empresarial está com diversas oportunidades para região!


- Vendedor externo  Vaga 50988 (1 vaga)  ->   Empresa no segmento de lubrificantes automotivos, baterias para motocicletas e produtos automotivos. 

 -Gerente de loja-> Vaga 50760 (2 vagas)  Área de atuação: gerenciar área comercial da loja, gestão de pessoas e processos administrativos.

 -Vendedor externo-> Vaga 50714 (1 vaga) Irá realizar atividades externas de prospecção e manutenção de clientes.

-Ajudante de produção-> Vaga 50708 (3 vagas) Empresa de instalação de equipamentos acústicos. Trabalhar na área de produção auxiliando os profissionais na execução dos serviços.

-Técnico em Refrigeração-> Vaga 50153 (1 vaga) Realizar assistência técnica preventiva e corretiva em sistemas de refrigeração comerciais na grande Florianópolis. Necessário disponibilidade para viagens.

- Operador de telemarketing-> Vaga 50140 ( 4 vagas) Executar atividades de vendas dos produtos da empresa por telefone, para clientes em potencial, com o objetivo de satisfazê-lo, cumprindo as metas setoriais e organizacionais.

- Técnico em manutenção -> Vaga 40633 (7 vagas) 

- Vendedora- > Vaga 49484 (2 vagas) Vendas de roupas

- Vendedora -> Vaga 49481 (1 vaga) Vendas de roupas

Entre em contato conosco!
florianopolis@dpempresarial ou Tel.: 48 3024-3011

1 de jul. de 2013

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Como avaliar o impacto do RH nos resultados monetários da empresa?


Ao entender o negócio, o mercado e as estratégias de crescimento, o departamento de RH se torna parte fundamental para o alcance dos resultados da empresa e elimina antigos paradigmas
Promover a gestão do Capital Humano alinhado à sua estratégia de negócio é um grande desafio para empresas de diferentes portes e áreas de atuação. Não basta conhecer os funcionários e estabelecer competências para suas ocupações, é necessário também entender o negócio, o mercado e as metas de crescimento em toda a cadeia e se incluir como parte integrante para o alcance dos resultados da companhia.

O RH que ainda mantém características operacionais sem a preocupação de atingir resultados está fora do foco de competitividade organizacional exigida pelos seus CEOs; isto já é uma realidade empresarial. A questão agora é como, de fato, o RH pode contribuir para o desempenho da empresa.

Para melhorar o desempenho da gestão do Capital Humano e, consequentemente, a produtividade e seus resultados, a organização deve ser capaz de monitorar, medir e avaliar as metas e processos de RH que estão em andamento. Conseguindo assim, prestar contas sobre suas realizações de forma clara e objetiva, pois não há gestão eficaz do negócio sem informações recorrentes, sólidas e que tenham valor.

Quando o RH põe o foco nos resultados mensuráveis, ganha credibilidade perante os olhos dos gestores da empresa e mostra que se trata de uma área profissional, que se preocupa com cada centavo investido. Além disso, a mensuração dá subsídio para o constantemente aperfeiçoamento das ações internas, construindo uma cultura de resultados e engajamento e, consequentemente, produtividade, já que colaboradores engajados realizam mais e melhor.

Os indicadores de performance do capital humano são diversos mas há alguns pilares básicos: quantidade, custo, tempo, qualidade e satisfação. Como premissa para medir esses indicadores, é necessário um repositório e um banco de dados confiável, com critérios iguais e métodos de cálculos que possibilitem análises para a tomada de decisões. Neste contexto, a tecnologia serve como um apoio para facilitar os processos de monitoração e medição de resultados, instrumentalizá-los e gerir os números.

Mas medir resultados vai além dos indicadores que demonstram se os processos internos de RH são eficientes. Cabe à área avaliar numericamente o impacto de seus processos, já que quando não se mostra monetariamente os resultados, os investimentos em pessoas passam a ser vistos como despesas. 

Por exemplo, em vez de mostrar à diretoria que a taxa de turnover da empresa é de 20% ao ano, por que não converter esse percentual em dinheiro? Desta forma, o indicador de rotatividade seria mais facilmente entendido se o  RH apontar que ao perder capital humano a empresa também perdeu um relevante investimento com taxas trabalhistas de desligamento, trabalho que deixou de ser feito até selecionarem e treinarem outro profissional, que demorará meses para produzir como o anterior, que tinha tempos de casa etc. 

Assim, apesar de algumas ações de RH serem intangíveis, o departamento pode sim transferir em valores monetários diversos indicadores, como taxas de absentismo, índice de acidentes etc.

Por fim, devemos lembrar que o RH é o elo entre a estratégia da empresa e seus colaboradores, e que, por intermédio de ações e valores mensuráveis ou não, ele tem o papel fundamental de desenvolver pessoas. E pessoas felizes e motivadas são absolutamente essenciais para o sucesso de toda e qualquer empresa.

*Fabio Moraes, Analista de Marketing e Produtos Sênior da ADP.

Disponível em: www.administradores.com