O LinkedIn, rede social de negócios com mais de 120 milhões de usuários, divulgou nessa semana uma pesquisa curiosa: o que mais incomoda um profissional no local de trabalho? E o resultado aponta uma série de questões muito mais comportamentais do que técnicas ou de infraestrutura.
Para 83% dos brasileiros, a fofoca é o maior motivo de irritação. Uma prova de que a Rádio-Peão praticamente configurou-se como um departamento das empresas. Nos Estados Unidos, o problema atinge o estômago – 65% apontam como maior problema o fato de os colegas mexerem em suas marmitas. Há quem diga que o best-seller “Quem mexeu no meu queijo?” já virou welcome kit por lá.
Os irritantes toques dos telefones celulares tiram o humor de 74% dos indianos. E a Índia ainda lidera a lista dos incomodados. Dos 38 aspectos que perturbam o ambiente de trabalho, 19 foram apontados pelos trabalhadores do país. Na contramão, surgem os italianos, que assinalaram “só” 15 itens da lista.
Abaixo, a arte mostra mais alguns dados dos países participantes e o Top Five dos hábitos que mais provocam divergências entre os colaboradores.
6 de out. de 2011
5 de out. de 2011
Quem nunca sentiu o chamado “frio na barriga” quando vai ingressar em um novo emprego?
1-Leitura do ambiente:
“Seja na primeira ou décima troca de emprego, essa dica é muito importante. Antes de chegar falando tudo o que pensa, emitir opiniões e fazer pré- julgamentos, o profissional deve observar como é a relação entre as pessoas, a forma delas trabalharem e escutá-las. Vestimenta, ritmo de trabalho e relacionamento entre os pares são pontos que devem ganhar atenção”, aconselha Danilo Afonso, gerente do Instituto de Organização Racional do Trabalho (IDORT)
2-Cautela em mostrar habilidades:
“É normal a ansiedade de chegar em uma nova empresa e logo querer mostrar a capacidade profissional. Porém, deve haver certo cuidado em transparecer, logo de cara, as melhores habilidades a seus pares. Estas pessoas poderão achar que o novo empregado quer impor que é melhor que o restante da equipe, causando certo repúdio. O indicado é apresentar as qualidades pouco a pouco”, indica Danilo.
3-Se mostrar aberto à novidades:
“Demonstre que você quer conhecer seus novos colegas de trabalho e quer aprender com eles. Mostre-se aberto para perguntas e também para perguntar. Busque interação. Conhecer o dia a dia das pessoas com as quais você trabalha pode ajudar na convivência no ambiente corporativo. Compartilhe experiências e procure entender o ponto de vista de cada um a sua volta”, opina Anderson Cavalcante, administrador de empresas.
4-Foque no presente:
“O que passou te trouxe aprendizados e pode até ter deixado saudade. Contudo, para que a nova experiência seja positiva, é preciso focar no presente, não ficando preso às vivências passadas. Evite comparações, tentando não buscar semelhanças entre os costumes da empresa nova e da antiga”, conta Cavalcante.
5-Ser coerente após a seleção:
“O profissional deve ter postura igual ao perfil que demonstrou ter na fase do recrutamento. A empresa o contratou por conta de suas características técnicas e comportamentais, e ele será avaliado em seu período inicial também por estas características”, relata Lucélia Borges, sócio-diretora da Start Total Consultoria de Carreira e Treinamento.
6-Desenvolver bons relacionamentos:
“Não somente com membros internos, mas também com clientes e fornecedores, por exemplo. A boa impressão logo de cara conta muito, e ser sempre agradável e prestativo com os colegas e desenvolver a liderança é vantajoso, pois, na hora de uma promoção ou indicação, você sempre será lembrado”, conta Lucélia.
Fonte: Seis dicas para se dar bem no novo emprego | Portal Carreira & Sucesso
“Seja na primeira ou décima troca de emprego, essa dica é muito importante. Antes de chegar falando tudo o que pensa, emitir opiniões e fazer pré- julgamentos, o profissional deve observar como é a relação entre as pessoas, a forma delas trabalharem e escutá-las. Vestimenta, ritmo de trabalho e relacionamento entre os pares são pontos que devem ganhar atenção”, aconselha Danilo Afonso, gerente do Instituto de Organização Racional do Trabalho (IDORT)
2-Cautela em mostrar habilidades:
“É normal a ansiedade de chegar em uma nova empresa e logo querer mostrar a capacidade profissional. Porém, deve haver certo cuidado em transparecer, logo de cara, as melhores habilidades a seus pares. Estas pessoas poderão achar que o novo empregado quer impor que é melhor que o restante da equipe, causando certo repúdio. O indicado é apresentar as qualidades pouco a pouco”, indica Danilo.
3-Se mostrar aberto à novidades:
“Demonstre que você quer conhecer seus novos colegas de trabalho e quer aprender com eles. Mostre-se aberto para perguntas e também para perguntar. Busque interação. Conhecer o dia a dia das pessoas com as quais você trabalha pode ajudar na convivência no ambiente corporativo. Compartilhe experiências e procure entender o ponto de vista de cada um a sua volta”, opina Anderson Cavalcante, administrador de empresas.
4-Foque no presente:
“O que passou te trouxe aprendizados e pode até ter deixado saudade. Contudo, para que a nova experiência seja positiva, é preciso focar no presente, não ficando preso às vivências passadas. Evite comparações, tentando não buscar semelhanças entre os costumes da empresa nova e da antiga”, conta Cavalcante.
5-Ser coerente após a seleção:
“O profissional deve ter postura igual ao perfil que demonstrou ter na fase do recrutamento. A empresa o contratou por conta de suas características técnicas e comportamentais, e ele será avaliado em seu período inicial também por estas características”, relata Lucélia Borges, sócio-diretora da Start Total Consultoria de Carreira e Treinamento.
6-Desenvolver bons relacionamentos:
“Não somente com membros internos, mas também com clientes e fornecedores, por exemplo. A boa impressão logo de cara conta muito, e ser sempre agradável e prestativo com os colegas e desenvolver a liderança é vantajoso, pois, na hora de uma promoção ou indicação, você sempre será lembrado”, conta Lucélia.
Fonte: Seis dicas para se dar bem no novo emprego | Portal Carreira & Sucesso
3 de out. de 2011
A importância de saber se vender
A maioria das pessoas faz networking, mesmo que não saiba. Os pais, por exemplo, falam com frequência com amigos e conhecidos sobre seus filhos. Esportistas trocam experiências com seus pares sobre o esporte que praticam.
No mundo corporativo, o profissional deve também ampliar suas redes de relacionamento se quiser ampliar suas chances de empregabilidade e sucesso.
Há um mito de que networking é tão valioso que qualquer relacionamento deve ser estimulado. Isso é uma grande ficção. Ninguém pode ter tantos relacionamentos e não pode esperar deles grandes coisas.
Acredito que é preciso seguir a intuição no networking. Não podemos forçar um contato com alguém, tampouco uma intimidade que não existe. Mas, ao mesmo tempo, vamos viver experiências em que tudo parece colaborar para um vínculo de amizade, por mais estranha que a situação possa parecer.
Um erro comum é tentar uma recolocação por meio de alguém com quem você não tem interesse de qualquer natureza, seja profissional, religioso, esportivo ou acadêmico. Às vezes, um companheiro de corrida tende a ser uma fonte mais eficiente na hora de encontrar um novo emprego do que uma agência.
A intuição também é importante na hora de abordar alguém para falar de você e de sua busca por um novo emprego. De nada adianta encontrar ex- colegas ou conhecidos e ir logo perguntando sobre a disponibilidade de uma vaga na atual empresa em que trabalham. Eles podem não saber ao certo sobre possibilidades de emprego e acabarem se intimidando com a pergunta.
A conversa, então, em vez de deslanchar, estanca. Murcha. O importante em um encontro entre profissionais que, em geral, não são bons amigos íntimos é manter a cordialidade, trocar informações. Se o bate papo for animado e produtivo para ambos os lados, há chances de o colega se lembrar de você quando souber de um posto vago de trabalho.
A pessoa que quer se vender a todo instante, inadvertidamente, peca pelo excesso e põe tudo a perder. O networking precisa ser feito com dignidade.
O mercado de trabalho pode ser dividido em duas categorias: a formal - em que cargos são divulgados em jornais e sites ou pesquisados por headhunters - e a informal, na qual estão incluídos os empregos não divulgados, o chamado mercado escondido. Funciona assim: alguém de determinada empresa indica um amigo ou conhecido para aquele cargo que não foi anunciado em nenhum veículo. A cadeira muda de dono porque aquelas conversas informais - o networking - entraram em ação, conforme pesquisas internacionais.
No Brasil, 52 % dos executivos se recolocam por meio desse mercado informal; apenas 13% obtêm emprego por intermédio de headhunters. Outros 25% conseguem a vaga por causa da troca de informações entre empresas e 10% são contratados devido a anúncios. A melhor maneira de ter acesso a esse amplo mercado é falar informalmente com as pessoas. Invista no networking.
Fonte: Brasil Econômico - Marcelo Mariaca é presidente do conselho de sócios da Mariaca e professor da Brazilian Business School.
No mundo corporativo, o profissional deve também ampliar suas redes de relacionamento se quiser ampliar suas chances de empregabilidade e sucesso.
Há um mito de que networking é tão valioso que qualquer relacionamento deve ser estimulado. Isso é uma grande ficção. Ninguém pode ter tantos relacionamentos e não pode esperar deles grandes coisas.
Acredito que é preciso seguir a intuição no networking. Não podemos forçar um contato com alguém, tampouco uma intimidade que não existe. Mas, ao mesmo tempo, vamos viver experiências em que tudo parece colaborar para um vínculo de amizade, por mais estranha que a situação possa parecer.
Um erro comum é tentar uma recolocação por meio de alguém com quem você não tem interesse de qualquer natureza, seja profissional, religioso, esportivo ou acadêmico. Às vezes, um companheiro de corrida tende a ser uma fonte mais eficiente na hora de encontrar um novo emprego do que uma agência.
A intuição também é importante na hora de abordar alguém para falar de você e de sua busca por um novo emprego. De nada adianta encontrar ex- colegas ou conhecidos e ir logo perguntando sobre a disponibilidade de uma vaga na atual empresa em que trabalham. Eles podem não saber ao certo sobre possibilidades de emprego e acabarem se intimidando com a pergunta.
A conversa, então, em vez de deslanchar, estanca. Murcha. O importante em um encontro entre profissionais que, em geral, não são bons amigos íntimos é manter a cordialidade, trocar informações. Se o bate papo for animado e produtivo para ambos os lados, há chances de o colega se lembrar de você quando souber de um posto vago de trabalho.
A pessoa que quer se vender a todo instante, inadvertidamente, peca pelo excesso e põe tudo a perder. O networking precisa ser feito com dignidade.
O mercado de trabalho pode ser dividido em duas categorias: a formal - em que cargos são divulgados em jornais e sites ou pesquisados por headhunters - e a informal, na qual estão incluídos os empregos não divulgados, o chamado mercado escondido. Funciona assim: alguém de determinada empresa indica um amigo ou conhecido para aquele cargo que não foi anunciado em nenhum veículo. A cadeira muda de dono porque aquelas conversas informais - o networking - entraram em ação, conforme pesquisas internacionais.
No Brasil, 52 % dos executivos se recolocam por meio desse mercado informal; apenas 13% obtêm emprego por intermédio de headhunters. Outros 25% conseguem a vaga por causa da troca de informações entre empresas e 10% são contratados devido a anúncios. A melhor maneira de ter acesso a esse amplo mercado é falar informalmente com as pessoas. Invista no networking.
Fonte: Brasil Econômico - Marcelo Mariaca é presidente do conselho de sócios da Mariaca e professor da Brazilian Business School.
20 de set. de 2011
Trabalho sob pressão: como lidar
Vivemos em um mundo competitivo. As empresas disputam, dia a dia, um lugar ao sol, e a agilidade exigida pelo mercado faz com que os profissionais tenham que atingir metas e objetivos no menor tempo possível.
As organizações trabalham em um cenário de redução de custos, mas, ao mesmo tempo, de aumento de produtividade.
As equipes, cada vez mais reduzidas, fazem com que um volume grande de atividades seja destinado a um número reduzido de colaboradores. Estes, talvez, sejam os principais fatores que causam o trabalho sob pressão.
“Acredito que o trabalho sob pressão acontece por questões de competitividade, desorganização da empresa e a ansiedade dos profissionais em relação ao tempo de entrega de um projeto, por exemplo”, opina Nelice Bouças, superintendente de Recursos Humanos da Nova Rio.
O próprio profissional pode se colocar na posição de trabalhar sob pressão. Muitas vezes a empresa não exige tanto do funcionário, mas ele acaba se cobrando por querer crescimento na organização, evolução na carreira e salários mais altos. “O ser humano sem pressão não produz.
Claramente, se a empresa são tiver prazos, processo e rotinas, a tendência é que muitos profissionais percam o foco de suas atividades e se percam”, José Jacques Memran, consultor empresarial da Wiabiliza Soluções Empresariais.
De acordo com ele, os funcionários de uma companhia não conseguem viver 100% neste ambiente de pressão, porém é necessário estipular metas agressivas para que os objetivos sejam alcançados com eficácia.
A pessoa deve perceber que está trabalhando sob pressão quando as cobranças passam a ser superiores às suas atribuições. O aumento da demanda de trabalho, que transborda na rotina diária, faz com que certas atividades se tornem urgentes sem esta real necessidade. A administração do tempo é fundamental para o sucesso. Às vezes, saber dizer “não” para assumir uma nova tarefa pode ser benéfico para que as ações que já estão em andamento, sejam finalizadas com sucesso.
Por conta da estrutura cada vez mais enxuta das empresas, existe uma jornada de trabalho ou uma série de atividades muito maior do que a capacidade do profissional. A organização é competência essencial e elencar as ações do dia a dia auxilia expressivamente na organização do tempo.
“O brasileiro tem a fama de procrastinar suas tarefas, deixa as atividades ‘para mais tarde’ e depois não sabe como administrá-las”, conta Nelice.
Prejuízos
Existe uma linha tênue entre uma cobrança positiva e outra exacerbada. Invariavelmente, onde existe uma situação de exigência muito forte, mesmo que as pessoas sejam bem remuneradas, o índice de “turn over” torna-se alto, o clima organizacional é prejudicado e a organização acaba cultivando profissionais insatisfeitos.
“Manter a calma e neutralidade em situações extremas é praticamente impossível”, opina Jacques. Segundo o consultor, a melhor alternativa é ter a capacidade de absorver a pressão, entender os motivos desta situação e propor soluções para que fique um pouco menor.
Fonte: http://www.catho.com.br/carreira-sucesso/noticias/trabalho-sob-pressao-como-lidar
As organizações trabalham em um cenário de redução de custos, mas, ao mesmo tempo, de aumento de produtividade.
As equipes, cada vez mais reduzidas, fazem com que um volume grande de atividades seja destinado a um número reduzido de colaboradores. Estes, talvez, sejam os principais fatores que causam o trabalho sob pressão.
“Acredito que o trabalho sob pressão acontece por questões de competitividade, desorganização da empresa e a ansiedade dos profissionais em relação ao tempo de entrega de um projeto, por exemplo”, opina Nelice Bouças, superintendente de Recursos Humanos da Nova Rio.
O próprio profissional pode se colocar na posição de trabalhar sob pressão. Muitas vezes a empresa não exige tanto do funcionário, mas ele acaba se cobrando por querer crescimento na organização, evolução na carreira e salários mais altos. “O ser humano sem pressão não produz.
Claramente, se a empresa são tiver prazos, processo e rotinas, a tendência é que muitos profissionais percam o foco de suas atividades e se percam”, José Jacques Memran, consultor empresarial da Wiabiliza Soluções Empresariais.
De acordo com ele, os funcionários de uma companhia não conseguem viver 100% neste ambiente de pressão, porém é necessário estipular metas agressivas para que os objetivos sejam alcançados com eficácia.
A pessoa deve perceber que está trabalhando sob pressão quando as cobranças passam a ser superiores às suas atribuições. O aumento da demanda de trabalho, que transborda na rotina diária, faz com que certas atividades se tornem urgentes sem esta real necessidade. A administração do tempo é fundamental para o sucesso. Às vezes, saber dizer “não” para assumir uma nova tarefa pode ser benéfico para que as ações que já estão em andamento, sejam finalizadas com sucesso.
Por conta da estrutura cada vez mais enxuta das empresas, existe uma jornada de trabalho ou uma série de atividades muito maior do que a capacidade do profissional. A organização é competência essencial e elencar as ações do dia a dia auxilia expressivamente na organização do tempo.
“O brasileiro tem a fama de procrastinar suas tarefas, deixa as atividades ‘para mais tarde’ e depois não sabe como administrá-las”, conta Nelice.
Prejuízos
Existe uma linha tênue entre uma cobrança positiva e outra exacerbada. Invariavelmente, onde existe uma situação de exigência muito forte, mesmo que as pessoas sejam bem remuneradas, o índice de “turn over” torna-se alto, o clima organizacional é prejudicado e a organização acaba cultivando profissionais insatisfeitos.
“Manter a calma e neutralidade em situações extremas é praticamente impossível”, opina Jacques. Segundo o consultor, a melhor alternativa é ter a capacidade de absorver a pressão, entender os motivos desta situação e propor soluções para que fique um pouco menor.
Fonte: http://www.catho.com.br/carreira-sucesso/noticias/trabalho-sob-pressao-como-lidar
15 de set. de 2011
Campanha DP Empresarial abraçando o futuro!
A DP Empresarial, sabendo da sua responsabilidade social, está promovendo uma campanha para o dia das crianças, com o objetivo de arrecadar brinquedos, para 71 crianças, que freqüentam o CEI Walter Rosemann, localizado no bairro Fidélis, em Blumenau.
Serão presenteadas 71 crianças de 1 a 5 anos, de famílias carentes. A campanha está aberta para os clientes, parceiros, candidatos e colaboradores da DP Empresarial e as pessoas podem doar, além de brinquedos novos ou usados, material escolar, leite, alimentos, roupas e calçados infantis. E até mesmo quantias em dinheiro, que serão usadas para comprar presentes novos.
A data de entrega das doações será até o dia 05 de Outubro, quarta-feira. Para que, dessa forma seja alcançada a quantidade de brinquedos destinados às crianças do nosso projeto.
Qualquer doação será muito bem-vinda e temos uma enorme satisfação em estar à frente desta campanha. Sabemos que muitas delas, não têm a alegria de ganhar o presente tão esperado, então, faça você também uma criança sorrir!
As doações podem ser encaminhadas para o Departamento de Marketing da DP Empresarial, na Rua XV de Novembro, 1344, 2º andar, CEP: 89010-001 ou através do telefone 3331-3600 a pessoa pode solicitar para que um funcionário da DP busque no local indicado. As doações também podem sr encaminhadas para as Filiais: Itoupava Central (Blumenau), Gaspar, Timbó, Brusque, Indaial e Pomerode.
Desde já, agradecemos e contamos com a colaboração de todos!
Atenciosamente,
Equipe DP Empresarial
Assinar:
Postagens (Atom)

